Viver o PHN é se converter todo dia, é aprender a viver o HOJE DE DEUS! Na Família, na Politica e em Defesa da Vida
terça-feira, 3 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
Ministério da Família!
Presidente
Nacional do PSDC, José Maria Eymael, discute o projeto “Ministério da Família”
na Arquidiocese de Santos
No
último dia 26, às 15 horas, o presidente Nacional do Partido Social Democrata
Cristão (PSDC), o Dr. José Maria Eymael, estiveram em reunião na Arquidiocese de
Santos juntamente com D. Jacyr Francisco Braido, Bispo Diocesano de Santos e
lideranças regional da Comissão Vida e Família
O PROBLEMA MAIOR
Hoje, o que mutila a sociedade é a desagregação e o enfraquecimento dos seus valores.
Alcançadas 1 milhão de assinaturas, serão entregue a Presidente Dilma Roussef com o pedido "Presidenta, crie o Ministerio da Família"
quarta-feira, 7 de março de 2012
sábado, 25 de fevereiro de 2012
UNIDOS SOMOS MAIS
“Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões; antes, sejais inteiramente unidos, na mesma disposição mental e no mesmo parecer.” (1 Coríntios 1:10 RA)
Eu
não sei se os cristãos têm idéia de quem são. Este texto poderia ser um
arraso no inferno se levado a sério. Se conseguíssemos, por um único
dia, ser inteiramente unidos na mesma disposição, seria o fim.
O
país mais populoso atualmente é a China com algo em torno de 1,5 bilhão
de pessoas. Se todos eles se unirem, será o maior povo da Terra? Não, a
igreja é maior, se olharmos em todas as suas expressões, denominações,
estilos, formas e jeitos. Há mais do que isso de cristãos espalhados no
mundo. O maior exército é menor que a igreja. O país mais rico tem menos
recursos do que a soma das riquezas de todos os cristãos.
Mesmo
não falando o mesmo idioma, não tendo os mesmos gostos culinários, não
expressando a mesma cultura, sem ter a aparência uniforme, ainda que
absolutamente diferentes uns dos outros – somos unidos por Cristo de uma
forma sobrenatural e tudo isso deixa de ter importância. Se nos
unirmos, somos maioria em qualquer sentido. Como fazer isso, eu não sei.
Num
contexto mais restrito, nós em nossas igrejas locais podemos alcançar
um bom nível de unidade. Podemos encontrar uma unidade que vai
expressar, em escala menor, a unidade do Reino de Deus em sua
totalidade. Podemos atingir uma tal sintonia que chame a atenção de um
mundo que jaz no maligno. Obviamente, há um preço a ser pago. Minha
opinião, meus gostos e meus desejos precisam ficar em segundo plano.
Hoje é um bom dia para começarmos essa caminhada.
“Amado
Pai, talvez não saibamos nem por onde começar, mas queremos conseguir
unidade. Ensina-nos a caminhar de forma que o Seu propósito seja
atingido.”
Mário Fernandez
RECONSTRUIR
Muitas vezes,temos que retornar ao início de algum projeto de vida,o qual, já pensavamos está concretizado, mas que por uma razão ou outra veio a ruir.
Assim como a construção de uma casa,os nossos ideais tem que serem bem delíneados para não sofrerem contra-tempos,sendo alicerçados em terrenos bem seguros evitando a queda ou a degradação prematura.
As mudanças naturais nos servem como estímulo, para seguirmos com sucesso as transformações que ocorrem em nossas vidas,galgando assim novos rumos ao crescimento moral e social.
Por isso,apesar das dificuldades existentes,não nos deixemos abalar e sigamos com passos fortes as construções e reconstruções necessárias em toda nosso vida,nunca nos entregando no primeiro combate, mas seguindo em frente, insistentes e convictos que podemos vencer e atingir a meta desejado.
Reconstruir sempre, desistir nunca, crer em Deus e ele lhe dará o sustento para que prossigas.
Unidos Somos +
Juntos somos fortes;
E podemos vencer com mais facilidade, as barreiras do caminho.
Juntos somos mais lúcidos;
E podemos melhor pensar, nas melhores medidas a serem tomadas.
Juntos somos quase imbátiveis;
E podemos reunir forças, para os combates da vida.
Juntos somos mais felizes;
Pois, o amor que emana de nosso ser , nos torna mais unidos, e seguimos juntos na mesma direção.
Juntando as forças, nos tornamos mais fortes,lúcidos,imbátiveis e unidos,vivendo assim o verdadeiro altruismo tão citado por Jesus em sua curta passagem entre nós.
Sempre juntos, Sempre fortes.
E podemos vencer com mais facilidade, as barreiras do caminho.
Juntos somos mais lúcidos;
E podemos melhor pensar, nas melhores medidas a serem tomadas.
Juntos somos quase imbátiveis;
E podemos reunir forças, para os combates da vida.
Juntos somos mais felizes;
Pois, o amor que emana de nosso ser , nos torna mais unidos, e seguimos juntos na mesma direção.
Juntando as forças, nos tornamos mais fortes,lúcidos,imbátiveis e unidos,vivendo assim o verdadeiro altruismo tão citado por Jesus em sua curta passagem entre nós.
Sempre juntos, Sempre fortes.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
FAMILIA Precisa vencer egoismo e crescer no amor
Família precisa vencer egoísmo e crescer no amor, alerta bispo
Dom João Carlos Petrini é Bispo de Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, da CNBB
Numa sociedade que o
individualismo tem uma grande força, as realizações, interesses,
prazeres e desejos pessoais vêm antes das relações familiares. "A
família é vista como estorvo, pois exige sacrifícios, e é jogada fora",
salienta o presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família, da CNBB, Dom João Carlos Petrini. Para o bispo, a família precisa vencer este egoísmo e crescer no amor.
“O grande desafio da família é crescer no verdadeiro amor e para isso é preciso olhar para o modelo da Santíssima Trindade e para Jesus, porque ali se encontra o amor em sua perfeição mais elevada”, destaca.
E qual é a característica do amor na Santíssima Trindade? Dom Petrini explica que na Santíssima Trindade uma Pessoa se doa totalmente a Outra. O Pai se doa ao Filho e o Filho se doa ao Pai e o dom entre eles é o Espírito Santo.
“E por outro lado qual é a característica de Jesus? É o amor que se doa. Ele ama com a paixão de um homem por uma mulher num amor de doação. Assim Ele ama a Igreja, dando Sua vida por ela. A Eucarístia e a Cruz são o ponto alto disso”, destaca Dom Petrini.
Assim, o grande desafio é não ficar numa vivência de amor precária, primitiva, vulnerável, uma maneira de amar típica de um adolescente que diz “eu gosto dessa pessoa e a quero para mim”. A maneira mais madura de amar que vem do exemplo de Jesus, ressalta o bispo, é aquela que diz “eu gosto daquela pessoa e estou disposto a doar a minha vida para a felicidade e o bem dela”.
Para enfrentar este desafio é necessário ter consciência do que é a relação com Cristo, entender o Sacramento do Matrimônio e entender o valor do sacrifício em benefício do outro. Dom Petrini aconselha os casais a participar de movimentos voltados para a família, pois a troca de experiência com outras famílias pode ajudar a entender os desafios do cotidiano e como lidar com as situações específicas de cada família.
Sexo como expressão de amor
Numa cultura do sexo livre, o sexo não é mais valorizado e compreendido como expressão do amor. O bispo salienta que é importante nunca isolar um aspecto da vida, o sexo faz parte de todo entendimento humano.
“Se você isola a sexualidade da totalidade da pessoa, da sua busca por um felicidade permanente, na capacidade de ser responsável diante dos outros, do respeito, etc, aquela sexualidade isolada se torna algo mais pobre, é dizer que ela é um instrumento só para conseguir prazer”, destaca.
Mas a sexualidade quando usada positivamente pode oferecer muito mais que momentos de prazer. Se torna o motivo pelo qual um homem se liga permanente a uma mulher, estando aberto a gerar filhos e educá-los.
“O caminho é reincorporar a sexualidade no contexto global da pessoa, pois mais que momentos de prazer é a satisfação da vida, a satisfação de ser pai, mãe, de ser casal. E a sexualidade tem tudo a ver com isso”, enfatiza.
Dom Petrini alerta que se a sexualidade não é entendida em relação a todos os outros aspectos da vida da pessoa, a sexualidade é distorcida e a pessoa procura apenas fragmentos de felicidade e não a felicidade por inteiro, uma felicidade que sustenta a sua vida.
O presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família abordará os deveres da família à luz da Exortação Apostólica Familiaris Consortio, durante o 2º Congresso Nacional de Planejamento Familiar, que acontece em Brasília neste fim de semana e tem como tema "Construir a Família: por amor, com amor e para o amor".
“O grande desafio da família é crescer no verdadeiro amor e para isso é preciso olhar para o modelo da Santíssima Trindade e para Jesus, porque ali se encontra o amor em sua perfeição mais elevada”, destaca.
E qual é a característica do amor na Santíssima Trindade? Dom Petrini explica que na Santíssima Trindade uma Pessoa se doa totalmente a Outra. O Pai se doa ao Filho e o Filho se doa ao Pai e o dom entre eles é o Espírito Santo.
“E por outro lado qual é a característica de Jesus? É o amor que se doa. Ele ama com a paixão de um homem por uma mulher num amor de doação. Assim Ele ama a Igreja, dando Sua vida por ela. A Eucarístia e a Cruz são o ponto alto disso”, destaca Dom Petrini.
Assim, o grande desafio é não ficar numa vivência de amor precária, primitiva, vulnerável, uma maneira de amar típica de um adolescente que diz “eu gosto dessa pessoa e a quero para mim”. A maneira mais madura de amar que vem do exemplo de Jesus, ressalta o bispo, é aquela que diz “eu gosto daquela pessoa e estou disposto a doar a minha vida para a felicidade e o bem dela”.
Para enfrentar este desafio é necessário ter consciência do que é a relação com Cristo, entender o Sacramento do Matrimônio e entender o valor do sacrifício em benefício do outro. Dom Petrini aconselha os casais a participar de movimentos voltados para a família, pois a troca de experiência com outras famílias pode ajudar a entender os desafios do cotidiano e como lidar com as situações específicas de cada família.
Sexo como expressão de amor
Numa cultura do sexo livre, o sexo não é mais valorizado e compreendido como expressão do amor. O bispo salienta que é importante nunca isolar um aspecto da vida, o sexo faz parte de todo entendimento humano.
“Se você isola a sexualidade da totalidade da pessoa, da sua busca por um felicidade permanente, na capacidade de ser responsável diante dos outros, do respeito, etc, aquela sexualidade isolada se torna algo mais pobre, é dizer que ela é um instrumento só para conseguir prazer”, destaca.
Mas a sexualidade quando usada positivamente pode oferecer muito mais que momentos de prazer. Se torna o motivo pelo qual um homem se liga permanente a uma mulher, estando aberto a gerar filhos e educá-los.
“O caminho é reincorporar a sexualidade no contexto global da pessoa, pois mais que momentos de prazer é a satisfação da vida, a satisfação de ser pai, mãe, de ser casal. E a sexualidade tem tudo a ver com isso”, enfatiza.
Dom Petrini alerta que se a sexualidade não é entendida em relação a todos os outros aspectos da vida da pessoa, a sexualidade é distorcida e a pessoa procura apenas fragmentos de felicidade e não a felicidade por inteiro, uma felicidade que sustenta a sua vida.
O presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família abordará os deveres da família à luz da Exortação Apostólica Familiaris Consortio, durante o 2º Congresso Nacional de Planejamento Familiar, que acontece em Brasília neste fim de semana e tem como tema "Construir a Família: por amor, com amor e para o amor".
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
| Século XXI- Desafiando a Família |
| SÉCULO XXI DESAFIANDO A FAMÍLIA Atualmente a família tem sido posta em questão pelas profundas e rápidas transformações da sociedade. Nestes últimos tempos ela vem sendo submetida a uma série de novos desafios, sobretudo, pelas várias transformações legislativas e políticas em matéria de matrimônio, e em relação à vida. Antes de tudo, a família, no sentido bíblico não é somente um dado sociológico; no sentido de conviver um com o outro, ou sentido econômico de proteção, embora, também envolva isso, mas a família é o lugar onde o homem aprende a crescer na sua integridade de pessoa humana. Atualmente fala-se muito em família mesclada, família recriada, família ampliada, família reconstituída, e ainda as chamadas "Uniões de fato". A família não é somente um lugar de crescimento pessoal, dos afetos, da transmissão da cultura entre as gerações, mas sim uma comunidade de amor, o lugar do direito e do princípio do cuidado, da solidariedade, partilha, amizade, companheirismo, respeito e unidade. Não obstante, em nossos tempos é possível constatarmos uma sociedade cada vez mais despersonificada, desumana e desumanizante. Observamos por exemplo: o crescimento da violência de forma assustadora, a miséria e a fome, as drogas, pornografia e tantas outras desordens que fere a essência da família. Infelizmente em nossos tempos a família célula base da sociedade sujeito de direitos e deveres tanto do Estado como de qualquer outra comunidade, encontra-se muitas vezes como vítima da sociedade, da lentidão das suas intervenções e das suas patentes injustiças. A família não é criação humana, nem do estado, nem da Igreja. É constituição ligada à natureza do homem e da mulher, para o bem e a felicidade pessoal, da sociedade. Atualmente estamos presenciando uma sociedade cada vez mais secularizada, consumista e utilitarista. Cada dia que passa a sociedade corre o perigo de ser cada vez mais despersonalizada e massificada, e, portanto, com os resultados negativos de tantas formas de evasão que ameaçam e se opõem a instituição da família. Não faltam sinais de degradação preocupante de alguns valores fundamentais: uma errada concepção teórica e prática da independência dos cônjuges entre si; as graves ambigüidades acerca da relação de autoridade entre pais e filhos;as dificuldades concretas que a família muitas vezes experimenta na transmissão dos valores; o número crescente dos divórcios; a praga do aborto; o recurso cada vez mais freqüente à esterilização. O matrimônio de prova , até o pseudomatrimônio entre as pessoas do mesmo sexo, são ) expressões de uma liberdade anárquica que se apresenta erroneamente como libertação autêntica do homem" O mundo moderno, lança uma série de novos desafios para a família. Alguns afirmam que vivemos numa sociedade pós-matrimonial. Os sistemas jurídicos de quase todos os países ocidentais já não apóiam o casamento e o divórcio se concede facilmente. São muitas as dificuldades que a família enfrenta nos dias de hoje. Por exemplo: ·Dificuldades no trabalho; ·Dificuldades na área da educação; ·Dificuldades de moradia; ·Dificuldades nos meios de comunicação; A família no mundo em tempos recentes, não contém mais a exclusividade da função educadora, mas a divide com a escola e como ambiente social. A Família perdeu também a característica de auto-suficiência econômica, bem como a função de definir essencialmente o status social de seus membros. Mesmo assim, mantêm importantes indeclináveis funções: ·Ser formadora de pessoas, orientando a consciência de seus membros sobre suas responsabilidades políticas e sociais, que podem exigir-lhe uma ação organizada para a transformação global da sociedade, esforçando-se em superar o sistema desumano e consumista; ·Transmitir valores fundamentais e educar seus membros a vivê-los integralmente.[ ·Educar para a justiça e a liberdade, de modo especial Pela conjuntura histórica que vivemos, globalização e pós-modernidade, vemos várias transformações legislativas e política em matéria de matrimônio, família e em relação à vida, não obstante, mesmo diante desses desafios, a família representa uma esperança para a sociedade. Conclui-se portanto, que a Família com seus inúmeros valores ainda é sobretudo o alicerce da sociedade, além de ser um dos tesouros mais importantes de toda a história da humanidade desde sua origem. A família é uma instituição natural contendo valores que são perenes que jamais podem ser ofuscados, rechaçados, tolhidos ou desprezados. É de vital importância para sociedade. Nele, homem e mulher podem, devidamente, constituir uma família e gerar novos membros para a sociedade. A família é a esperança do mundo, célula vital da sociedade e escola dos valores. |
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
O Cristão e a Politica
O cristão, enquanto vive
como “forasteiro” nesta terra, precisa enquadrar-se nas leis que rege a
nação e cumpri-las, com um bom patriota (2Sm 10.12; Sl 137.1; Is 66.10).
Isto é bom diante dos homens e agradável a Deus.
Os Deveres Civis (Conjunto de normas reguladoras dos direitos e obrigações de ordem privada atinentes às pessoas, aos bens e às suas relações.) se aplicam a todos os cidadãos, independente de sua cor, religião ou situação financeira. Encontra-se na Bíblia o Senhor determinando a seus servos a necessidade de serem bons cidadãos, cumpridores das normas instituídas pelos governos.
“Todo aquele que não observar a lei do teu Deus e a lei do rei...” Ed 7.26
“Observa o mandamento do rei...” Ec 8.2
“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores...” Rm 13.1-7
“Se sujeitem aos que governam, às autoridades.” Tt 3.1,2
“Sujeitai-vos a toda instituição humana... quer seja o rei como soberano...”
1Pe 2.14,14
Os Deveres Civis (Conjunto de normas reguladoras dos direitos e obrigações de ordem privada atinentes às pessoas, aos bens e às suas relações.) se aplicam a todos os cidadãos, independente de sua cor, religião ou situação financeira. Encontra-se na Bíblia o Senhor determinando a seus servos a necessidade de serem bons cidadãos, cumpridores das normas instituídas pelos governos.
“Todo aquele que não observar a lei do teu Deus e a lei do rei...” Ed 7.26
“Observa o mandamento do rei...” Ec 8.2
“Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores...” Rm 13.1-7
“Se sujeitem aos que governam, às autoridades.” Tt 3.1,2
“Sujeitai-vos a toda instituição humana... quer seja o rei como soberano...”
1Pe 2.14,14
Não há dúvida quanto à
necessidade de vivermos em submissão aos nossos governantes e honrá-los com
nossas atitudes; porém, freqüentemente depara-se com cristãos insatisfeitos
com os governantes (vereadores, prefeitos, deputados, senadores, presidente)
e sobre eles tecem comentários terríveis, desonrando-os com conversas e
afirmações que em sua essência, são comuns aos homens naturais. Em lugar
algum, encontra-se o Todo Poderoso permitindo que seus filhos se levantem
contra as autoridades constituídas, pelo contrário, a ordenação é que
deve-se honrá-los.
“Não amaldiçoarás o príncipe do teu povo.” Ex 22.28
“Não amaldiçoes o rei.” Ec 10.20
“A autoridade é ministro de Deus para teu bem... a quem respeito, respeito; a quem honra, honra.” Rm 13.4,7
“Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei.”
1Pe 2.17
“Não amaldiçoarás o príncipe do teu povo.” Ex 22.28
“Não amaldiçoes o rei.” Ec 10.20
“A autoridade é ministro de Deus para teu bem... a quem respeito, respeito; a quem honra, honra.” Rm 13.4,7
“Tratai a todos com honra, amai aos irmãos, temei a Deus, honrai ao rei.”
1Pe 2.17
É bom servimos a Deus,
mas, isto implica em sermos exemplos em todas as questões. Jamais se deve
assemelhar aos homens deste mundo em seus costumes e praticas notoriamente
contrárias aos princípios deixados pelo Rei dos reis aos seus súditos.
Todo cidadão brasileiro
é agraciado pela constituição federal com o Direito Político (O
que tem por objeto as faculdades concedidas, e deveres impostos aos
cidadãos, como, por exemplo, votar, ser votado, exercer cargo público),
que concede a todos, igualdade para pleitear cargos eletivos, votar e ser
votado.
É lamentável, mas, em
anos eletivos, muitas igrejas se corrompem, perdendo de vista os seus
objetivos primeiros: Servir a Deus! E deixa-se levar pela política,
envolvendo-se e comprometendo-se vergonhosamente. Sãos pastores e líderes
eclesiais que literalmente “vendem” o direito do cidadão por migalhas
e chegam ao cumulo do absurdo de levar em muitos casos homens ímpios aos
seus púlpitos, para que exponha suas plataformas de “governo” mentirosas e
enganadoras, com fim apenas eleitoreiro. É uma louca inversão de valores.
O homem que vive segundo
o coração de Deus, jamais deve aproveitar-se dos políticos e numa troca,
receber qualquer beneficio pelo seu voto. Note que em todo ano eleitoral
aparecem muitos com um belo discurso, sempre dispostos a ajudar; são cestas
básicas, tratamento de saúde, e outras ofertas pelo seu voto. O servo deve
ser consciente o suficiente para não se vender.
É errado o Servo de Deus
candidatar-se a cargos públicos?
Creio que não seja. Na Bíblia encontra-se vários servos que foram políticos e exerceram cargos públicos (Davi, Salomão, etc.). Mas, entendo que em tais situações a vontade “literal” de Deus deve vir em primeiro lugar. É preciso que o Senhor seja consultado e que seja ouvido!
Creio que não seja. Na Bíblia encontra-se vários servos que foram políticos e exerceram cargos públicos (Davi, Salomão, etc.). Mas, entendo que em tais situações a vontade “literal” de Deus deve vir em primeiro lugar. É preciso que o Senhor seja consultado e que seja ouvido!
Político no Brasil está
associado às pessoas que não agem de boa fé. É triste, vermos como tratam o
dinheiro público, as muitas notícias de desvios e malversações de verbas,
veiculadas na mídia são estarrecedora. O homem que conhece a Deus deve ser
diferente, pagar o preço de ser um político que saiba honrar o compromisso
com o Salvador e viver em honestidade (Pv 11.11; 14.34 e 16.12).
A posição da igreja deve
ser de total independência em relação aos políticos. Devem ser encarados
como líderes políticos, jamais, como líderes da igreja do Senhor. É
impossível que haja vitórias e o mover soberano do Espírito Santo numa
igreja, na qual, a política está infiltrada.
Amados, a Igreja do
Senhor, não necessita de esmolas dadas por políticos (concessão de TV,
rádio; terrenos; doações financeiras, etc.); os meios, jamais justificam o
fim. É inconcebível, a igreja ser beneficiadas, por homens que de uma forma
não convencional adquirem recursos e os repassam.
Pastores, presbíteros,
diáconos, povo de Deus!
Não se deixem envolver por homens, que visando votos, prometem maravilhas.
A igreja é o povo de Deus, e por Ele devem ser conduzidos.
Orem, busquem do Senhor a orientação para o voto certo; ouça a Sua voz, através de seus profetas e honrem a Sua vontade.
Não se corrompa com o ouro e a prata!
Não se deixem envolver por homens, que visando votos, prometem maravilhas.
A igreja é o povo de Deus, e por Ele devem ser conduzidos.
Orem, busquem do Senhor a orientação para o voto certo; ouça a Sua voz, através de seus profetas e honrem a Sua vontade.
Não se corrompa com o ouro e a prata!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Fé e Politica A Igreja insiste na participação dos Fiéis
Formações
Fé e Política
A Igreja insiste na participação dos fiéis
Os últimos Papas têm convocado os fiéis
católicos para participar da política ativamente. Sabemos que a política
correta é um meio forte de viver a caridade, pois visa ao bem comum,
especialmente dos mais desamparados, doentes, pobres, desabrigados, sem
escolas, entre outros. Na comemoração dos 150 anos de unidade da Itália o
Papa Bento XVI fez um apelo para que os bispos incentivem os católicos a
participar da vida pública. Disse: “A fé, de fato, não é alienação: são
outras as experiências que contaminam a dignidade do homem e a
qualidade da convivência social”.
O Santo Padre pediu aos bispos que estimulem os fiéis leigos a “vencer todo espírito de fechamento, distração e indiferença, e a participar em primeira pessoa na vida pública”, para construir uma sociedade que respeite plenamente a dignidade humana. Infelizmente criou-se entre nós católicos uma cultura perigosa de se afastar da política por ela ser exercida, muitas vezes, por corruptos e imorais. Ora, sabemos que há a boa política e também a politicagem; o político e o politiqueiro. Não podemos queimar a política por causa da politicagem, temos que afastá-los do poder por meio do voto. A Igreja insiste na participação dos fiéis na política, senão vejamos.
O Concílio Vaticano II declara na “Gaudium et Spes”:
"Lembrem-se, portanto, todos os cidadãos ao mesmo tempo do direito e do dever de usar livremente seu voto para promover o bem comum. A Igreja considera digno de louvor e consideração o trabalho daqueles que se dedicam ao bem da coisa pública a serviço dos homens e assumem os trabalhos deste cargo" (GS 75).
O Catecismo da Igreja Católica (CIC) insiste:
CIC §899 - "A iniciativa dos cristãos leigos é particularmente necessária quando se trata de descobrir, de inventar meios para impregnar as realidades sociais, políticas e econômicas com as exigências da doutrina e da vida cristãs. Esta iniciativa é um elemento normal da vida da Igreja".
CIC §2442 - "Não cabe aos pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social. Essa tarefa faz parte da vocação dos fiéis leigos, que agem por própria iniciativa com seus concidadãos. A ação social pode implicar uma pluralidade de caminhos concretos. Terá sempre em vista o bem comum e se conformará com a mensagem evangélica e com a doutrina da Igreja. Cabe aos fiéis leigos "animar as realidades temporais com um zelo cristão e comportar-se como artesãos da paz e da justiça".
Noto que, por exemplo, nos Sites da internet, no Facebook e no Orkut muitos cristãos assumem com orgulho a identidade católica, mas desprezam a política, como se fosse apenas atividade dos maus. O povo precisa aprender a fazer política honesta; e para isso é preciso criar uma cultura sadia. É preciso ensinar o povo a não vender o voto por uma cesta básica, um emprego prometido, o agrado de um candidato, entre outros. Muitos, infelizmente, votam com a barriga ou com o coração, mas não com a consciência.
Esse é o problema do Brasil hoje. Os bons fogem da política e a deixam nas mãos dos maus, com exceções, é claro. Cada cristão está obrigado a esta tarefa.
Martin Luther King, aquele importante pastor negro americano que liderou a luta contra o racismo nos Estados Unidos da América, na década de 60, e que foi assassinado por isso, afirmava: “Não tenho medo dos maus, dos violentos, dos corruptos, só tenho medo do silêncio dos bons”.
O Santo Padre pediu aos bispos que estimulem os fiéis leigos a “vencer todo espírito de fechamento, distração e indiferença, e a participar em primeira pessoa na vida pública”, para construir uma sociedade que respeite plenamente a dignidade humana. Infelizmente criou-se entre nós católicos uma cultura perigosa de se afastar da política por ela ser exercida, muitas vezes, por corruptos e imorais. Ora, sabemos que há a boa política e também a politicagem; o político e o politiqueiro. Não podemos queimar a política por causa da politicagem, temos que afastá-los do poder por meio do voto. A Igreja insiste na participação dos fiéis na política, senão vejamos.
O Concílio Vaticano II declara na “Gaudium et Spes”:
"Lembrem-se, portanto, todos os cidadãos ao mesmo tempo do direito e do dever de usar livremente seu voto para promover o bem comum. A Igreja considera digno de louvor e consideração o trabalho daqueles que se dedicam ao bem da coisa pública a serviço dos homens e assumem os trabalhos deste cargo" (GS 75).
O Catecismo da Igreja Católica (CIC) insiste:
CIC §899 - "A iniciativa dos cristãos leigos é particularmente necessária quando se trata de descobrir, de inventar meios para impregnar as realidades sociais, políticas e econômicas com as exigências da doutrina e da vida cristãs. Esta iniciativa é um elemento normal da vida da Igreja".
CIC §2442 - "Não cabe aos pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social. Essa tarefa faz parte da vocação dos fiéis leigos, que agem por própria iniciativa com seus concidadãos. A ação social pode implicar uma pluralidade de caminhos concretos. Terá sempre em vista o bem comum e se conformará com a mensagem evangélica e com a doutrina da Igreja. Cabe aos fiéis leigos "animar as realidades temporais com um zelo cristão e comportar-se como artesãos da paz e da justiça".
Noto que, por exemplo, nos Sites da internet, no Facebook e no Orkut muitos cristãos assumem com orgulho a identidade católica, mas desprezam a política, como se fosse apenas atividade dos maus. O povo precisa aprender a fazer política honesta; e para isso é preciso criar uma cultura sadia. É preciso ensinar o povo a não vender o voto por uma cesta básica, um emprego prometido, o agrado de um candidato, entre outros. Muitos, infelizmente, votam com a barriga ou com o coração, mas não com a consciência.
Esse é o problema do Brasil hoje. Os bons fogem da política e a deixam nas mãos dos maus, com exceções, é claro. Cada cristão está obrigado a esta tarefa.
Martin Luther King, aquele importante pastor negro americano que liderou a luta contra o racismo nos Estados Unidos da América, na década de 60, e que foi assassinado por isso, afirmava: “Não tenho medo dos maus, dos violentos, dos corruptos, só tenho medo do silêncio dos bons”.
felipeaquino@cancaonova.com
Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física
sábado, 23 de julho de 2011
Dom Odilo fala sobre imagem de Nossa Senhora na 'Cracolândia'
O arcebispo de São Paulo, cardeal dom Odilo Pedro Scherer, falou sobre a polêmica imagens de Nossa Senhora colocada em um muro na região da “Cracolância”, no centro da cidade.
A imagem Virgem Maria foi colocada à frente de uma parede com fundo azul e as seguintes inscrições em dourado sobre ela: “Nossa Senhora do Crack”. Acima dela, havia uma luminária. A obra com a estrutura de gesso, presente nas igrejas católicas, foi feita por Zarella Neto e colocada na rua Apa, em Santa Cecília, na sexta-feira (22).
A obra do artista estava na fachada de uma casa abandonada até a manhã deste sábado (23), quando dependentes químicos revoltados com o uso da imagem a destruíram.
Dom Odilo relatou que se comoveu ao ver uma fotografia do local da imagem. “À frente da imagenzinha, duas pessoas agachadas na calçada, cabeça coberta, possivelmente drogadas, em atitude de oração. Ao lado, um cachorro, fazendo-lhes companhia...”, disse.
“Essa pessoa, talvez desesperada e tomada de angústia, sentido-se só e abandonada de todos, encontrou conforto e amparo na imagem da Mãe do Salvador, ‘Nossa Senhora do Crack’! Não é profanação. A Mãe de Jesus é também a mãe de todos os homens: "filho, eis tua mãe”, destacou o cardeal.
O arcebispo completou, chamando a atenção para a dura realidade dos dependentes químicos. “Na perplexidade suscitada pela cena, nossa consciência é tocada. O drama dos dependentes químicos não pode nos deixar indiferentes. São pessoas humanas, são irmãos, são filhos de Deus. Nossa Senhora do Crack, rogai por eles, e por nós também!”.
O artista plástico afirmou que sua intenção foi a de chamar a atenção das autoridades para o problema com as drogas na região. Para isso, ofereceu uma espécie de padroeira aos viciados que se concentram em frente ao local todos os dias para fumar cachimbos de crack.
(Com Informações do G1)
A imagem Virgem Maria foi colocada à frente de uma parede com fundo azul e as seguintes inscrições em dourado sobre ela: “Nossa Senhora do Crack”. Acima dela, havia uma luminária. A obra com a estrutura de gesso, presente nas igrejas católicas, foi feita por Zarella Neto e colocada na rua Apa, em Santa Cecília, na sexta-feira (22).
A obra do artista estava na fachada de uma casa abandonada até a manhã deste sábado (23), quando dependentes químicos revoltados com o uso da imagem a destruíram.
Dom Odilo relatou que se comoveu ao ver uma fotografia do local da imagem. “À frente da imagenzinha, duas pessoas agachadas na calçada, cabeça coberta, possivelmente drogadas, em atitude de oração. Ao lado, um cachorro, fazendo-lhes companhia...”, disse.
O arcebispo completou, chamando a atenção para a dura realidade dos dependentes químicos. “Na perplexidade suscitada pela cena, nossa consciência é tocada. O drama dos dependentes químicos não pode nos deixar indiferentes. São pessoas humanas, são irmãos, são filhos de Deus. Nossa Senhora do Crack, rogai por eles, e por nós também!”.
O artista plástico afirmou que sua intenção foi a de chamar a atenção das autoridades para o problema com as drogas na região. Para isso, ofereceu uma espécie de padroeira aos viciados que se concentram em frente ao local todos os dias para fumar cachimbos de crack.
(Com Informações do G1)
terça-feira, 31 de maio de 2011
Casamento Gay
CASAMENTO GAY É A DESTRUIÇÃO DA FAMÍLIA - DIZ A CNBB
Terça-feira, 10 de Maio de 2011 - 18:53:25
Um golpe contra a Família....
APARECIDA (SP) – Embora o reconhecimento da união entre casais do mesmo sexo não seja tema da 49ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bispos que participam do evento anual, que está sendo realizado em Aparecida (SP) e define as ações da Igreja Católica no Brasil, condenaram o reconhecimento da união entre casais do mesmo sexo. O arcebispo de Maringá (PR), dom Anuar Battisti, afirmou que a união entre homossexuais aprovada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) representa uma “agressão frontal” à família, fato com o qual a Justiça estará “institucionalizando a destruição da família”.
- Criando essa norma, essa lei, estaremos institucionalizando a destruição da família. Se torna mais uma vez uma agressão frontal à família que nós sempre defendemos – disse o arcebispo de Maringá, que não concorda com o “matrimônio” entre gays: – Não podemos concordar que aí exista uma união matrimonial, porque não existe uma união sacramental entre duas pessoas do mesmo sexo.
Para o bispo de Nova Friburgo (RJ), dom Edney Gouvêa Mattoso, é preciso que haja discernimento entre o que é “união civil” e “casamento”, já que a Igreja Católica condena o casamento entre homossexuais, não a união civil.
- Uma coisa é união civil, outra é casamento. A Igreja se posiciona contrária a questão do casamento. O casamento, do ponto-de-vista religioso, é um sacramento e tem suas orientações próprias. Agora, o direito de duas pessoas de conviver e constituir um patrimônio, com direito a herança, penso que é consenso. Mas essa união não pode ser chamada de casamento – pregou o bispo.
Seria uma contradição, conforme o ponto-de-vista de dom Joaquim Giovani Mol Guimarães, bispo auxiliar de Belo Horizonte, a Igreja defender a infelicidade das pessoas, mas a felicidade, conforme seus princípios, não deve ter como base uma família homossexual.
- A Igreja não deseja a infelicidade das pessoas. Isso seria uma contradição em si mesma. Ela busca, na fidelidade de Jesus, a salvação das pessoas, portanto a realização plena das pessoas. A Igreja, ao pensar assim, não está castigando ninguém, não está sendo proibitiva, leviana. Não, ele entende que o ser humano de fato se realizará na profundidade de sua relação na constituição de uma família a partir de um casal homem e mulher. Não homossexual.
Em tom didático, dom Joaquim Mol, que já foi professor da PUC-MG, observa que a discussão que acontece a partir da proposta de união gay em votação no STF deve servir para que a Igreja reforce suas convicções
- No Brasil nós deveremos dar o exemplo de reforçar nossa ação na criação de convicções das pessoas. Essas questões todas que tem sido discutidas ultimamente no Brasil, em outros países já foram discutidas, inclusive aprovadas. A Igreja não deseja ficar brigando apenas pela lei. Ela deseja uma lei muito boa e, se a lei contempla o que ele acredita, melhor ainda. Mas se isso não acontece, como já acontece em muitos países, e em algumas situações no Brasil, o que as Igreja precisa fazer é gerar convicções – defendeu o bispo mineiro.
Como exemplo, dom Joaquim Mol cita a hipótese de criação de uma lei que permitisse roubar que, mesmo aprovada, não teria a prática dos católicos convictos.
- Se essa lei for criada, que nós trabalhemos com a convicção tal que o cristão, seguidor de Jesus, diga assim: ‘Embora a lei me faculte isso, por convicção e porque sou seguidor de Jesus e seu evangelho, eu não vou.’ É a ação como resultado da convicção.
Mais comedido, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani Tempesta, observou que, assim como o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), a igreja católica no Rio quer garantir direitos civis a funcionários públicos, cidadãos que constroem um patrimônio em conjunto, a Igreja Católica quer preservar o direito de todos
- A CNBB, como toda a Igreja do Brasil e do mundo inteiro, quer preservar o direito de todos, quer o bem de todos, a dignidade de todos. No caso do Rio de Janeiro, o governador quer que as pessoas tenham direito a herança, uma coisa e outra. São questões financeiras, estão trabalhando juntos, construindo juntos, mas não é uma família. A Igreja sempre defendeu, defende e defenderá os direitos das pessoas, é contra qualquer exclusão – defendeu.
Dom Orani afirma que não há qualquer divergência dos católicos em relação a duas pessoas que constroem os seus bens em conjunto, mas em relação ao que se entendo como família.
- O que a Igreja coloca é que partimos de bases diferentes, a família. A família é uma entidade que vem do direito natural, não é uma decisão da maioria das pessoas. As pessoas tem o direito sim, de ter sua responsabilidade, sua dignidade. Somos favoráveis a isso. Mas não é pela maioria que se diz o que é família.
Familias desestruturadas
Famílias desestruturadas geram indivíduos desequilibrados
A socióloga Vera Araújo salienta que se a família desmorona as pessoas perdem suas referências
De acordo com a educadora Sílvia Gaspar, uma família bem estruturada é fundamental no que se refere à formação das crianças e jovens como futuros membros de uma sociedade.
"É na família que se vive e se assimila, para toda a vida, os valores fundamentais do homem e neste relacionamento estreito, com forte ligamento de afeto e cumplicidade é que, em geral, se baseia a conduta de cada um dos cidadãos, quer numa cidadezinha de interior ou numa metrópole”, enfatiza.
A socióloga Vera Araújo, docente da Universidade de Sophia, na Itália, ressalta que a família também é a primeira atingida pelo desequilíbrio social. Deste modo sua importância é fundamental e, através dela, que se inicia a renovação da sociedade que se deseja.
“Na família se gera a solidariedade e o amor. Na família há sexos diferentes, idades diferentes, capacidades diferentes, é um laboratório onde se vive o amor”, elucida a socióloga.
Tendo em vista assim a importância da entidade familiar, segundo a educadora, não é difícil entender que se uma família é bem estruturada pode gerar indivíduos equilibrados e atuantes positivamente em uma comunidade. O contrário também é válido.
“Os pontos mais comuns que prejudicam o convívio familiar e criam mecanismos problemáticos nas famílias são ligados, em geral, às dificuldades sérias encontradas na condução da educação dos filhos; condutas que favorecem um consumismo exacerbado; desatenção à intromissão sem critérios dos meios de comunicação de massa; desvalorização do aspecto da espiritualidade na formação humana”, destaca Sílvia Gaspar.
Dificuldades como estas, em famílias desestruturadas, na maior parte dos casos, gera indivíduos inseguros, carentes de valores, de afeto, prejudicados socialmente, sem força de atuação na própria vida e também no convívio social, explica a educadora.
“Atualmente vários estudos psicológicos comprovam que a relação pai, mãe, filho e irmãos é uma realidade tão profunda e intrínseca no ser humano que seu fracasso pode desencadear uma série de situações de desequilíbrio e sofrimento que vai do aspecto individual e psicológico, ao aspecto comunitário e social, até com patologias mais sérias”, salienta Silvia Gaspar.
Felizmente todo ser humano, bem como as entidades familiares, tem a capacidade de recomeçar e pode até se reestruturar com ajuda espiritual e médica. A educadora enfatiza que uma família com problemas pode, com a ajuda certa, reencontrar um caminho novo, reconstruindo assim a vida dos seus membros.
"Se a família desmorona, as pessoas não sabem onde aprender a amar, pois o próprio amor se aprende, não é algo emocional, ele é vivido de forma concreta. O amor de uma mãe, por exemplo, é concreto e o filho sabe que é concreto, pois a mãe cuida dele e se sacrifica por ele”, reforça a socióloga Vera Araújo.
terça-feira, 15 de março de 2011
Quaresma tempo de Preparação
A Quaresma tem a função
de iniciar o caminho para a Páscoa. Sua missão é uma preparação que já
antecipa e faz saborear os bens pascais. Começamos uma estrada de
quarenta dias, um tempo da graça de Deus.
A primeira tentação de Jesus no deserto é a prova da fome, que recorda a fome do povo hebreu no deserto (Ex 16).
Um povo que murmura contra Deus. É a tentação da riqueza, da busca exclusiva ou excessiva dos bens materiais. O Senhor sai vencedor da provação, pois Ele não vive somente de pão, mas também da Palavra de Deus.
Depois vem a tentação do prodígio, querer transformar o poder de Deus em magia, colocando-o a serviço dos próprios interesses. Isto quer dizer pôr Deus à prova, tentar a Deus!
O povo no deserto também pediu prodígios, mas Jesus, em seu deserto, resiste à tentação!
Sua confiança no Pai é total (Dt 6,14-16). A provação continua quando Jesus é tentado a adorar um ídolo. Há muito tempo, outros adoraram um bezerro de ouro e agora Jesus se recusa heroicamente a prostrar-se diante de Satanás.
Ser fiel à nossa condição humana, sem mur murar contra o Senhor! É uma aventura maravilhosa a ser percorrida com a graça de Deus, que nos acompanha. Alguém nos toma pela mão, conduzindo nos ao porto seguro. Durante esta semana, é hora de passear pelos recantos de sua história, sem medo de enxergar muitos pontos escuros, deixando agora que a Palavra de Deus a ilumine. Converse com o Senhor sobre suas lutas mais frequentes e busque fontes de discernimento para crescer. Há quanto tempo você não confronta sua vida com a graça de Deus no Sacramento da Penitência? Já aproveitou alguma ocasião para conversar com uma pessoa mais firme na fé que possa ajudar? A semana de Retiro Popular começa na Missa Dominical, que será preparada com a leitura dos textos da Liturgia:
A primeira tentação de Jesus no deserto é a prova da fome, que recorda a fome do povo hebreu no deserto (Ex 16).
Um povo que murmura contra Deus. É a tentação da riqueza, da busca exclusiva ou excessiva dos bens materiais. O Senhor sai vencedor da provação, pois Ele não vive somente de pão, mas também da Palavra de Deus.
Depois vem a tentação do prodígio, querer transformar o poder de Deus em magia, colocando-o a serviço dos próprios interesses. Isto quer dizer pôr Deus à prova, tentar a Deus!
O povo no deserto também pediu prodígios, mas Jesus, em seu deserto, resiste à tentação!
Sua confiança no Pai é total (Dt 6,14-16). A provação continua quando Jesus é tentado a adorar um ídolo. Há muito tempo, outros adoraram um bezerro de ouro e agora Jesus se recusa heroicamente a prostrar-se diante de Satanás.
Ser fiel à nossa condição humana, sem mur murar contra o Senhor! É uma aventura maravilhosa a ser percorrida com a graça de Deus, que nos acompanha. Alguém nos toma pela mão, conduzindo nos ao porto seguro. Durante esta semana, é hora de passear pelos recantos de sua história, sem medo de enxergar muitos pontos escuros, deixando agora que a Palavra de Deus a ilumine. Converse com o Senhor sobre suas lutas mais frequentes e busque fontes de discernimento para crescer. Há quanto tempo você não confronta sua vida com a graça de Deus no Sacramento da Penitência? Já aproveitou alguma ocasião para conversar com uma pessoa mais firme na fé que possa ajudar? A semana de Retiro Popular começa na Missa Dominical, que será preparada com a leitura dos textos da Liturgia:
Na primeira semana
da Quaresma, escolha um dia para fazer, de acordo com suas condições
pessoais, o exercício do jejum ou um gesto de penitência ligado ao que
você tem em alimento. Não se trata de negar o valor dos alimentos, mas
escolher o que mais lhe convém para o crescimento da vida cristã. É
bom dar aos pobres o correspondente à sua renúncia. Pode ser com a
doação de uma cesta ou alguns mantimentos a quem necessita.
Roteiro diário
Oração: Reze esta oração, composta pelo papa Paulo VI. Pouco a pouco, você saberá repeti-la com calma e ser acompanhado por ela muitas vezes durante o ano.
Ó Espírito Santo, dai-me um coração grande, aberto à vossa silenciosa e forte palavra inspiradora, fechado a todas as ambições mesquinhas, alheio a qualquer desprezível competição humana, compenetrado do sentido da santa Igreja! Um coração grande, desejoso de se tornar semelhante ao coração do Senhor Jesus! Um coração grande e forte para amar a todos, para servir a todos, para sofrer por todos! Um coração grande e forte, para superar todas as provações, todo tédio, todo cansaço, toda desilusão, toda ofensa! Um coração grande e forte, constante até o sacrifício, quando for necessário! Um coração cuja felicidade é palpitar com o coração de Cristo e cumprir, humilde, fiel e firmemente a vontade do Pai. Amém.
Leitura orante da Palavra de Deus: Leia o texto indicado para cada dia, escolhendo o Evangelho do dia ou uma das leituras indicadas pela Igreja.
Gestos penitenciais: Três práticas acompanham nossa Quaresma: a oração, a penitência ou jejum e a caridade. Acolha nossas propostas e exercite a criatividade, descobrindo e atualizando estas práticas em sua vida diária.
Dia 13 de março, primeiro domingo da Quaresma
“Piedade, ó Senhor, tende piedade, pois pecamos contra vós”.
Gn 2,7-9;3,1-7
Sl 50 (51),3-4.5-6a.12-13.14.17 (R/. cf. 3a)
Rm 5,12-19
Mt 4,1-11
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
ECA Completa 20 anos e não é Cumprido
Legislação
ECA completa 20 anos e não é cumprido, dizem especialistas
O
Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 20 anos em 2010
com o status de ser uma das legislações mais avançadas do mundo na
área. Porém, mesmo passado tanto tempo, especialistas alertam que ele
ainda não é cumprido.
A gerente executiva da Fundação Abrinq, Denise Cesario, explicou que o ECA propõe uma ação articulada entre todos os setores da sociedade para garantir que as políticas de proteção sejam desenvolvidas e implementadas.
“O ECA é tão complexo que, mesmo após 20 anos, sentimos que existe uma necessidade de maior conhecimento da lei. Esse modelo de legislação precisa ser conhecido profundamente para que seja legitimado. A sociedade brasileira, além das instituições que compõem o sistema de proteção, também precisa entender o que essa legislação significa”, disse.
O presidente da Comissão de Direitos Infantojuvenis da OAB de São Paulo, Ricardo Cabezon, afirma que as maiores resistências ao cumprimento da lei seriam dos órgãos públicos que atuam na área infantojuvenil, como a própria polícia, a Justiça, os conselhos tutelares e as organizações não governamentais.
“O ECA é muito bom, mas seria melhor ainda se fosse cumprido. A malha protetiva, por não ter profissionais que dominem o conhecimento da matéria, acaba fazendo com que os direitos não sejam observados e a norma não seja efetivamente aplicada”, afirmou.
Denise alega que falta investimento do estado nos órgãos responsáveis pelo atendimento a crianças e adolescentes. Sobre os conselhos tutelares, por exemplo, eles não existem em todos os municípios do país e não há um investimento na estrutura física e na formação de pessoal.
Os conselhos municipais de direito da criança e do adolescente, que são os responsáveis pela formulação das políticas voltadas à criança e ao adolescente, também não recebem investimentos efetivos para ter funcionamento adequado.
Mesmo os juízes que atendem nas Varas da Infância e Juventude, muitas vezes acumulam trabalho em outras áreas e não se dedicam integralmente a aprofundar a prática nos casos ligados ao ECA. “Nós precisamos é de investimentos orçamentários para que esse sistema funcione efetivamente e que a sociedade brasileira compreenda quais os paradigmas que traz o ECA”, disse Denise.
Já o vice-coordenador institucional da Associação de Conselheiros e Ex-conselheiros Tutelares do Maranhão (ACECTMA), Raimundo Rodrigues da Silva, afirma que em muitas cidades falta o atendimento especializado ao jovem, que está previsto no estatuto. “Há um despreparo do sistema de garantia de direitos para atender os jovens em conflito com a lei. Falta o estatuto ser aplicado em sua plenitude dentro desse sistema e falta o sistema trabalhar de forma organizada e articulada para o suporte desses adolescentes.”
Pontos questionáveis
O único a citar pontos questionáveis no ECA é o presidente da Comissão de Direitos Infantojuvenis, Ricardo Cabezon. Ele ressalta que é uma legislação de ponta e atualizada, porque possui princípios em aberto que podem ser usados pelos juízes na aplicação das medidas, mas afirma que há alguns itens de termos interpretativos que poderiam ser mais bem resolvidos.
“Cabe um debate sobre adequação da medida socioeducativa à gravidade do ato infracional praticado. Por exemplo, a aplicabilidade da medida em casos graves demandaria talvez um prazo maior do que três anos para vermos os efeitos da internação no indivíduo e acompanharmos melhor essa pessoa”, disse.
Já Silva, em relação a medidas socioeducativas, afirma que os jovens que cometem atos infracionais muitas vezes deixam de ser punidos até que cometem algo grave e acabam internados.
“Muitos adolescentes, quando são detidos e levados para a delegacia, encontram delegados despreparados e que não fazem os procedimentos, então são liberados. Somente chegam ao Judiciário os casos mais graves, para que sejam aplicadas as internações, que são as medidas mais duras previstas pelo ECA. Se o sistema funcionasse de fato, os adolescentes poderiam pegar medidas mais leves e realmente educativas, como prestação de serviço à comunidade, reparação do dano e liberdade assistida”, afirmou.
Para Silva, a internação nem sempre acontece em uma unidade adequada para atendimento dos jovens e pode não ter os profissionais adequados. “Em vez de a internação prepará-lo para voltar ao convívio da sociedade, será mais um espaço de fazê-lo mais violento quando sair de lá”, disse.
Sociedade
Para Cabezon, a população ainda não tem a cultura do cumprimento da lei relacionada à criança e ao adolescente. “Ao falarmos em ECA, as pessoas pensam em um sistema extremamente protetor, que banaliza a relação entre pais e filhos, mas isso não é verdade. Nos pontos que a constituição fala que a questão é da família, da sociedade e do estado, ou seja, de todos, ela acaba sendo de ninguém. Ninguém enfrenta a situação. As pessoas estão desacostumadas a olhar para a criança e adolescente como um sujeito de direitos”, disse.
Denise concorda que o senso comum ainda tem resquícios de uma cultura do passado, de antes da implementação do ECA. “Quando se diz que a criança não pode trabalhar, a pessoa responde que trabalhou e é uma pessoa de bem. Isso funcionou bem em um momento onde não existia uma legislação especifica que garantisse o direito dessa criança e que permitia a atividade laboral, mas já não serve mais hoje em dia. É necessário mudar a compreensão da legislação, que é muito avançada e objeto de estudo de muitas nações, e fazer investimentos para que esse sistema de garantias consiga ser efetivado”, disse.
Prevenção
No entanto, os especialistas ressaltam que não adianta simplesmente fazer a legislação ser cumprida, se não existir políticas preventivas ao ato infracional e que ofereçam suporte aos menores, como acesso a escola e a emprego.
“Não adianta ter um sistema punitivo ou que, eventualmente, venha a respaldar o direito de uma criança e um adolescente, se na prática ocorre o contrário. Não basta trabalhar a repressão, precisa trabalhar também a prevenção, pois quando o jovem sai, encontra o mesmo contexto, revê o traficante para quem ele está devendo dinheiro, as pessoas com que ele estava envolvido e volta, se não igual, pior”, afirmou Cabezon.
A gerente executiva da Fundação Abrinq, Denise Cesario, explicou que o ECA propõe uma ação articulada entre todos os setores da sociedade para garantir que as políticas de proteção sejam desenvolvidas e implementadas.
“O ECA é tão complexo que, mesmo após 20 anos, sentimos que existe uma necessidade de maior conhecimento da lei. Esse modelo de legislação precisa ser conhecido profundamente para que seja legitimado. A sociedade brasileira, além das instituições que compõem o sistema de proteção, também precisa entender o que essa legislação significa”, disse.
O presidente da Comissão de Direitos Infantojuvenis da OAB de São Paulo, Ricardo Cabezon, afirma que as maiores resistências ao cumprimento da lei seriam dos órgãos públicos que atuam na área infantojuvenil, como a própria polícia, a Justiça, os conselhos tutelares e as organizações não governamentais.
“O ECA é muito bom, mas seria melhor ainda se fosse cumprido. A malha protetiva, por não ter profissionais que dominem o conhecimento da matéria, acaba fazendo com que os direitos não sejam observados e a norma não seja efetivamente aplicada”, afirmou.
Denise alega que falta investimento do estado nos órgãos responsáveis pelo atendimento a crianças e adolescentes. Sobre os conselhos tutelares, por exemplo, eles não existem em todos os municípios do país e não há um investimento na estrutura física e na formação de pessoal.
Os conselhos municipais de direito da criança e do adolescente, que são os responsáveis pela formulação das políticas voltadas à criança e ao adolescente, também não recebem investimentos efetivos para ter funcionamento adequado.
Mesmo os juízes que atendem nas Varas da Infância e Juventude, muitas vezes acumulam trabalho em outras áreas e não se dedicam integralmente a aprofundar a prática nos casos ligados ao ECA. “Nós precisamos é de investimentos orçamentários para que esse sistema funcione efetivamente e que a sociedade brasileira compreenda quais os paradigmas que traz o ECA”, disse Denise.
Já o vice-coordenador institucional da Associação de Conselheiros e Ex-conselheiros Tutelares do Maranhão (ACECTMA), Raimundo Rodrigues da Silva, afirma que em muitas cidades falta o atendimento especializado ao jovem, que está previsto no estatuto. “Há um despreparo do sistema de garantia de direitos para atender os jovens em conflito com a lei. Falta o estatuto ser aplicado em sua plenitude dentro desse sistema e falta o sistema trabalhar de forma organizada e articulada para o suporte desses adolescentes.”
Pontos questionáveis
O único a citar pontos questionáveis no ECA é o presidente da Comissão de Direitos Infantojuvenis, Ricardo Cabezon. Ele ressalta que é uma legislação de ponta e atualizada, porque possui princípios em aberto que podem ser usados pelos juízes na aplicação das medidas, mas afirma que há alguns itens de termos interpretativos que poderiam ser mais bem resolvidos.
“Cabe um debate sobre adequação da medida socioeducativa à gravidade do ato infracional praticado. Por exemplo, a aplicabilidade da medida em casos graves demandaria talvez um prazo maior do que três anos para vermos os efeitos da internação no indivíduo e acompanharmos melhor essa pessoa”, disse.
Já Silva, em relação a medidas socioeducativas, afirma que os jovens que cometem atos infracionais muitas vezes deixam de ser punidos até que cometem algo grave e acabam internados.
“Muitos adolescentes, quando são detidos e levados para a delegacia, encontram delegados despreparados e que não fazem os procedimentos, então são liberados. Somente chegam ao Judiciário os casos mais graves, para que sejam aplicadas as internações, que são as medidas mais duras previstas pelo ECA. Se o sistema funcionasse de fato, os adolescentes poderiam pegar medidas mais leves e realmente educativas, como prestação de serviço à comunidade, reparação do dano e liberdade assistida”, afirmou.
Para Silva, a internação nem sempre acontece em uma unidade adequada para atendimento dos jovens e pode não ter os profissionais adequados. “Em vez de a internação prepará-lo para voltar ao convívio da sociedade, será mais um espaço de fazê-lo mais violento quando sair de lá”, disse.
Sociedade
Para Cabezon, a população ainda não tem a cultura do cumprimento da lei relacionada à criança e ao adolescente. “Ao falarmos em ECA, as pessoas pensam em um sistema extremamente protetor, que banaliza a relação entre pais e filhos, mas isso não é verdade. Nos pontos que a constituição fala que a questão é da família, da sociedade e do estado, ou seja, de todos, ela acaba sendo de ninguém. Ninguém enfrenta a situação. As pessoas estão desacostumadas a olhar para a criança e adolescente como um sujeito de direitos”, disse.
Denise concorda que o senso comum ainda tem resquícios de uma cultura do passado, de antes da implementação do ECA. “Quando se diz que a criança não pode trabalhar, a pessoa responde que trabalhou e é uma pessoa de bem. Isso funcionou bem em um momento onde não existia uma legislação especifica que garantisse o direito dessa criança e que permitia a atividade laboral, mas já não serve mais hoje em dia. É necessário mudar a compreensão da legislação, que é muito avançada e objeto de estudo de muitas nações, e fazer investimentos para que esse sistema de garantias consiga ser efetivado”, disse.
Prevenção
No entanto, os especialistas ressaltam que não adianta simplesmente fazer a legislação ser cumprida, se não existir políticas preventivas ao ato infracional e que ofereçam suporte aos menores, como acesso a escola e a emprego.
“Não adianta ter um sistema punitivo ou que, eventualmente, venha a respaldar o direito de uma criança e um adolescente, se na prática ocorre o contrário. Não basta trabalhar a repressão, precisa trabalhar também a prevenção, pois quando o jovem sai, encontra o mesmo contexto, revê o traficante para quem ele está devendo dinheiro, as pessoas com que ele estava envolvido e volta, se não igual, pior”, afirmou Cabezon.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Relação sexual pré-matrimonial
Relação sexual pré-matrimonial
Vários são os fatores que servem de estímulo para os casais
É um grande
desafio para a juventude viver a castidade até o matrimônio, a chamada
"castidade da juventude". Segundo o Catecismo da Igreja Católica, a
castidade "significa a integração da sexualidade na pessoa. Inclui a
aprendizagem do domínio pessoal". É uma vivência que, aliada à
ordenação dos desejos, torna-nos sempre mais semelhantes a Cristo,
conduzindo-nos a uma busca pela santidade de maneira responsável.
Entretanto, a castidade é um grande desafio para os casais de noivos no tempo que antecede o matrimônio, pois vários são os fatores que servem de estímulo à prática da relação sexual antes do casamento em uma sociedade supererotizada.
Nesse contexto, no qual o jovem vive a sua sexualidade, eles são incentivados a todo o momento, e por diversos meios, à busca pelo prazer a qualquer preço, resultando na prática de relações sexuais pré-matrimoniais, também conhecida como fornicação.
Há os que buscam o sexo por "aventura" ou uma relação sexual "ocasional", tipo de envolvimento que ocorre quando o jovem, na busca pelo prazer, numa simples experiência pessoal e prazerosa, faz da outra pessoa um objeto de satisfação momentânea. Trata-se daqueles encontros que, de modo geral, acontecem em bailes, festas, na rua ou mesmo em casas de prostituição.
Existe também a relação sexual entre namorados que ocorre quando o casal inicia um relacionamento heterossexual com algumas características singulares (conhecimento mútuo, amizade, respeito, carinho), mas, apesar disso, se encontram em um estágio de superficialidade, pois desconhecem a linguagem do amor. Como nos casos citados anteriormente, mesmo entre namorados trata-se de um modo de satisfação momentânea, uma busca irresponsável pelo prazer, pois ainda não existe um compromisso amadurecido.
Outra forma de praticar o ato sexual que vai totalmente contra os preceitos da Igreja está presente na relação sexual "extramatrimonial": o adultério.
A relação sexual vivida em um amor autêntico é entrega pessoal total e definitiva, por isso precisa estar acompanhada do compromisso definitivo selado diante de Deus e da comunidade.
Qualquer que seja o propósito dos que se envolvem em relações sexuais prematuras, ainda que realizadas com sinceridade e fidelidade, por si só, não é o meio mais adequado para garantir a relação interpessoal verdadeiramente honesta entre um homem e uma mulher e para protegê-los contra os devaneios, as fantasias e os caprichos das paixões. Portanto, a Igreja convida os noivos a viver a castidade na continência. "Nessa provação, eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus" (CIC 56).
Torna-se cada dia mais necessário e urgente que as famílias cristãs católicas deem testemunho de respeito, de fidelidade, de amor, de carinho e do verdadeiro valor do matrimônio e da família. Assim, serão exemplos de um amor verdadeiro e honesto.
(Trecho do livro: "Sexualidade, o que os jovens sabem e pensam").
Entretanto, a castidade é um grande desafio para os casais de noivos no tempo que antecede o matrimônio, pois vários são os fatores que servem de estímulo à prática da relação sexual antes do casamento em uma sociedade supererotizada.
Nesse contexto, no qual o jovem vive a sua sexualidade, eles são incentivados a todo o momento, e por diversos meios, à busca pelo prazer a qualquer preço, resultando na prática de relações sexuais pré-matrimoniais, também conhecida como fornicação.
Há os que buscam o sexo por "aventura" ou uma relação sexual "ocasional", tipo de envolvimento que ocorre quando o jovem, na busca pelo prazer, numa simples experiência pessoal e prazerosa, faz da outra pessoa um objeto de satisfação momentânea. Trata-se daqueles encontros que, de modo geral, acontecem em bailes, festas, na rua ou mesmo em casas de prostituição.
Existe também a relação sexual entre namorados que ocorre quando o casal inicia um relacionamento heterossexual com algumas características singulares (conhecimento mútuo, amizade, respeito, carinho), mas, apesar disso, se encontram em um estágio de superficialidade, pois desconhecem a linguagem do amor. Como nos casos citados anteriormente, mesmo entre namorados trata-se de um modo de satisfação momentânea, uma busca irresponsável pelo prazer, pois ainda não existe um compromisso amadurecido.
Outra forma de praticar o ato sexual que vai totalmente contra os preceitos da Igreja está presente na relação sexual "extramatrimonial": o adultério.
A relação sexual vivida em um amor autêntico é entrega pessoal total e definitiva, por isso precisa estar acompanhada do compromisso definitivo selado diante de Deus e da comunidade.
Qualquer que seja o propósito dos que se envolvem em relações sexuais prematuras, ainda que realizadas com sinceridade e fidelidade, por si só, não é o meio mais adequado para garantir a relação interpessoal verdadeiramente honesta entre um homem e uma mulher e para protegê-los contra os devaneios, as fantasias e os caprichos das paixões. Portanto, a Igreja convida os noivos a viver a castidade na continência. "Nessa provação, eles verão uma descoberta do respeito mútuo, uma aprendizagem da fidelidade e da esperança de se receberem ambos da parte de Deus" (CIC 56).
Torna-se cada dia mais necessário e urgente que as famílias cristãs católicas deem testemunho de respeito, de fidelidade, de amor, de carinho e do verdadeiro valor do matrimônio e da família. Assim, serão exemplos de um amor verdadeiro e honesto.
(Trecho do livro: "Sexualidade, o que os jovens sabem e pensam").
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Vida e Familia Estado deve Proteger
Estado deve proteger vida e família, diz Papa
Nicole Melhado
Da Redação, com Rádio Vaticano (Tradução equipe CN Notícias)
Reuters
Papa celebra missa na Catedral dedicada à Sagrada Família em Barcelona
A Basílica da Sagrada Família
de Barcelona, que iniciou sua construção há 128 anos, hoje “mostra ao
mundo o amor, o trabalho e o serviço vivido diante de Deus, assim como
se via na Sagrada Família de Nazaré”, afirmou o Papa Bento XVI durante
sua homilia deste domingo, 6.
A igreja projetada pelo grande gênio catalão, o arquiteto Antoni Gaudì, ainda hoje está em construção, sob responsabilidade do arquiteto Jordi Bonet.
Acesse
.: Homilia na íntegra
.: Programa da viagem de Bento XVI à Espanha
Falando das promessas sociais alcançadas no mundo contemporâneo, o Papa disse que não é possível se contentar.
“Devem estar sempre presentes os progressos morais, com atenção, proteção e ajuda à família, pois o amor generoso e indissolúvel de um homem e uma mulher é o quadro efetivo e fundamental da vida humana na sua gestação, no seu nascimento, no seu crescimento e no seu término natural”, ressaltou.
Por isso, a Igreja, destacou Bento XVI, invoca adequadas medicas econômicas e sociais afim que a mulher possa encontrar a sua plena realização na casa e no trabalho.
“Para que o homem e a mulher que se unem em matrimônio e formam uma família sejam definitivamente sustentados pelo Estado, afim que de defenda como sagrada e inviolável a vida dos filhos, desde o momento da concepção, de modo que o nascimento seja desejado, valorizado e sustentado sob o plano jurídico, social e legislativo”, enfatizou.
O Santo Padre ressaltou ainda que a Igreja se opõe a qualquer forma de negação da vida humana e sustenta aquilo que promove a ordem natural no âmbito da instituição da família.
A igreja projetada pelo grande gênio catalão, o arquiteto Antoni Gaudì, ainda hoje está em construção, sob responsabilidade do arquiteto Jordi Bonet.
Acesse
.: Homilia na íntegra
.: Programa da viagem de Bento XVI à Espanha
Falando das promessas sociais alcançadas no mundo contemporâneo, o Papa disse que não é possível se contentar.
“Devem estar sempre presentes os progressos morais, com atenção, proteção e ajuda à família, pois o amor generoso e indissolúvel de um homem e uma mulher é o quadro efetivo e fundamental da vida humana na sua gestação, no seu nascimento, no seu crescimento e no seu término natural”, ressaltou.
Por isso, a Igreja, destacou Bento XVI, invoca adequadas medicas econômicas e sociais afim que a mulher possa encontrar a sua plena realização na casa e no trabalho.
“Para que o homem e a mulher que se unem em matrimônio e formam uma família sejam definitivamente sustentados pelo Estado, afim que de defenda como sagrada e inviolável a vida dos filhos, desde o momento da concepção, de modo que o nascimento seja desejado, valorizado e sustentado sob o plano jurídico, social e legislativo”, enfatizou.
O Santo Padre ressaltou ainda que a Igreja se opõe a qualquer forma de negação da vida humana e sustenta aquilo que promove a ordem natural no âmbito da instituição da família.
MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS
Terça-feira, 09 de novembro de 2010, 08h45
Pastoral do Menor lança campanha em prol de medidas socioeducativas
CNBB
A Pastoral do Menor (Pamen) lançou nesta segunda-feira, 8, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB),
a Campanha em Favor das Medidas Socioeducativas cujo objetivo é
sensibilizar a sociedade a lançar “um olhar diferente para crianças e
adolescentes autoras de atos infracionais”, conforme explicou a
coordenadora nacional da Pamen, Marilene Cruz.
Além da campanha, a Pastoral lançou as cartilhas “Prá Pagar de Boa” e “Liberdade Assistida – Um projeto em construção”, que traz o trabalho de Liberdade Assistida feito pela Pastoral do Menor de 2002 a 2007.
O principal foco da campanha é programar o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) que pretende ajudar adolescentes infratores (pessoas que têm entre 12 e 18 anos de idade) a terem uma segunda chance de reconstruírem suas vidas. A campanha também prevê a aplicação da liberdade assistida para adolescentes autores de atos infracionais. Trata-se de uma das seis medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que responsabiliza o adolescente que cometeu delito sem o afastar do lar, da escola e do trabalho. Neste caso, o adolescente fica sob a supervisão de um orientador.
“Dê oportunidade – Medidas Socioeducativas responsabilizam, mudam vidas”. Este é o tema da campanha, que foi explorado pelo jovem David Freitas da Silva, símbolo da Campanha. Beneficiado pela Liberdade Assistida logo depois que deixou o sistema de internação no município de Serra (ES), David, hoje com 23 anos, deu seu testemunho. afirmando que o projeto de Liberdade Assistida é válido e muda vidas. “As Medidas Socioeducativas dão certo porque são feitas por profissionais competentes que têm amor pelo que fazem. Eu participei e fui recuperado. É um projeto que traz confiança ao jovem e por isso tem o poder de resgatá-lo”, declarou, emocionado, David. O jovem atua na Pastoral do Menor como multiplicador dando testemunho do trabalho feito em sua vida.
A representante do Conselho Nacional Criança e Adolescente (Conanda) ,Mirian Maria José dos Santos, disse que o sistema de internação de adolescentes brasileiro é “semelhante aos campos de concentração nazistas” e por isso “não ressocializam jovens”. Ela frisou que, no atual sistema, impera a violência. “Os jovens que passam por internação saem iguais ou piores do que entraram porque não há uma política que trabalhe para eles reconstruírem suas vidas em liberdade. Lá dentro só há violência”.
O secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, parabenizou o trabalho da Pastoral do Menor e das entidades parceiras na Campanha e assegurou que o melhor remédio para o adolescente infrator é uma segunda chance.
“É fundamental mostrar que é possível acreditar na criança e no adolescente mesmo quando eles estejam envolvidos em algum tipo de infração. É muito importante para a sociedade acreditar na pessoa humana, pois não existe, no projeto de Deus, uma pessoa que seja irrecuperável; pelo contrário, a experiência tem mostrado que nossos irmãos adolescentes, quando recebem carinho e afeto e têm uma segunda chance, eles com certeza podem descobrir o seu protagonismo e se tornarem pessoas renovadas na construção da sociedade”, sublinhou.
Da mesma forma, o bispo de Paracatu (MG) e responsável pela Pastoral do Menor, Dom Leonardo de Miranda Pereira, que desenvolve o trabalho com as medidas socioeducativas desde março de 2006, em sua diocese, garantiu que o rebaixamento da idade penal para 16 anos não é a melhor forma de combater o problema.
“A redução da maioridade penal jamais vai acabar com atos infracionais. Só tem como acabar com as infrações cometidas por menores se o sistema ir a fundo e descobrir a fonte que leva ao erro: o crime organizado, aliciadores de menores etc. O mais assertivo e efetivo é enfrentar o caminho das pedras e não o caminho fácil da redução da idade penal”, defendeu o bispo.
Além da campanha, a Pastoral lançou as cartilhas “Prá Pagar de Boa” e “Liberdade Assistida – Um projeto em construção”, que traz o trabalho de Liberdade Assistida feito pela Pastoral do Menor de 2002 a 2007.
O principal foco da campanha é programar o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) que pretende ajudar adolescentes infratores (pessoas que têm entre 12 e 18 anos de idade) a terem uma segunda chance de reconstruírem suas vidas. A campanha também prevê a aplicação da liberdade assistida para adolescentes autores de atos infracionais. Trata-se de uma das seis medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que responsabiliza o adolescente que cometeu delito sem o afastar do lar, da escola e do trabalho. Neste caso, o adolescente fica sob a supervisão de um orientador.
“Dê oportunidade – Medidas Socioeducativas responsabilizam, mudam vidas”. Este é o tema da campanha, que foi explorado pelo jovem David Freitas da Silva, símbolo da Campanha. Beneficiado pela Liberdade Assistida logo depois que deixou o sistema de internação no município de Serra (ES), David, hoje com 23 anos, deu seu testemunho. afirmando que o projeto de Liberdade Assistida é válido e muda vidas. “As Medidas Socioeducativas dão certo porque são feitas por profissionais competentes que têm amor pelo que fazem. Eu participei e fui recuperado. É um projeto que traz confiança ao jovem e por isso tem o poder de resgatá-lo”, declarou, emocionado, David. O jovem atua na Pastoral do Menor como multiplicador dando testemunho do trabalho feito em sua vida.
A representante do Conselho Nacional Criança e Adolescente (Conanda) ,Mirian Maria José dos Santos, disse que o sistema de internação de adolescentes brasileiro é “semelhante aos campos de concentração nazistas” e por isso “não ressocializam jovens”. Ela frisou que, no atual sistema, impera a violência. “Os jovens que passam por internação saem iguais ou piores do que entraram porque não há uma política que trabalhe para eles reconstruírem suas vidas em liberdade. Lá dentro só há violência”.
O secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, parabenizou o trabalho da Pastoral do Menor e das entidades parceiras na Campanha e assegurou que o melhor remédio para o adolescente infrator é uma segunda chance.
“É fundamental mostrar que é possível acreditar na criança e no adolescente mesmo quando eles estejam envolvidos em algum tipo de infração. É muito importante para a sociedade acreditar na pessoa humana, pois não existe, no projeto de Deus, uma pessoa que seja irrecuperável; pelo contrário, a experiência tem mostrado que nossos irmãos adolescentes, quando recebem carinho e afeto e têm uma segunda chance, eles com certeza podem descobrir o seu protagonismo e se tornarem pessoas renovadas na construção da sociedade”, sublinhou.
Da mesma forma, o bispo de Paracatu (MG) e responsável pela Pastoral do Menor, Dom Leonardo de Miranda Pereira, que desenvolve o trabalho com as medidas socioeducativas desde março de 2006, em sua diocese, garantiu que o rebaixamento da idade penal para 16 anos não é a melhor forma de combater o problema.
“A redução da maioridade penal jamais vai acabar com atos infracionais. Só tem como acabar com as infrações cometidas por menores se o sistema ir a fundo e descobrir a fonte que leva ao erro: o crime organizado, aliciadores de menores etc. O mais assertivo e efetivo é enfrentar o caminho das pedras e não o caminho fácil da redução da idade penal”, defendeu o bispo.
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